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    Exposição retrata espaços de criação de grandes nomes da arte

    15 a 26 Janeiro

    Depois de 13 anos sem expor em Goiânia, Luiz Mauro inaugura, no dia 21 de novembro, às 19h, no Centro Cultural da UFG, a mostra Na escuridão do ateliê nasce a luz, que tem a curadoria de Divino Sobral. Os trabalhos fazem parte da série Ateliê, apresentada pela primeira vez na Maison Européenne de la Photographie (MEP), em Paris, no ano de 2015, sob o título Des peintures comme des photographies. A exposição em Goiânia conta com algumas das obras lá exibidas e outras inéditas. Ao todo são 18 obras, que retratam os ambientes de criação de artistas brasileiros, como Rubem Valentim e Lygia Clark e artistas de diversos outros países, como Claude Monet, Auguste Renoir, Anish Kapoor, Ad Reinhardt, Roy Lichtenstein, Benjamin Johnston, Georgia O’Keeffe, entre outros. 

    O artista, que começou a pintar no início da década de 80, na cidade de Inhumas, sempre abordou em sua produção a história da arte, a memória, a subjetividade e espaços arquitetônicos. E são estes os elementos presentes nesses desenhos que têm o papel como suporte e recebem várias camadas de nanquim, sendo finalizados com a tinta a óleo. “Trabalhei muito tempo somente com o nanquim, mas só fui conseguir obter o resultado que buscava quando o associei à tinta a óleo, que trouxe mais força e densidade à pintura. Considero a obra que venho produzindo ultimamente como a mais elaborada que já realizei, envolvendo várias etapas”, comenta Luiz Mauro.

    Essa obra, que só começou a ser feita no ano de 2012, já era projeto do artista no ano de 1997, quando teve em mãos uma imagem do ateliê de esculturas do artista alemão Georg Baselitz, mas só em 2012 ele iniciou a série com o Ateliê Claude Monet. As fotografias para os primeiros trabalhos foram pesquisadas em livros, revistas de arte e na internet. Ultimamente, o artista começou a produzir obras de ateliês de brasileiros e passou a solicitar as fotografias aos próprios artistas ou, como no caso do artista baiano Rubem Valentim, falecido em 1991, a amigos de Rubem.   

    Uma das principais abordagens do trabalho é a transposição de imagens documentais para o universo da pintura e do desenho.

    exposição

    exposição

    Fotos: Paulo Rezende

    O artista, que começou a pintar no início da década de 80, na cidade de Inhumas, sempre abordou em sua produção a história da arte, a memória, a subjetividade e espaços arquitetônicos. E são estes os elementos presentes nesses desenhos que têm o papel como suporte e recebem várias camadas de nanquim, sendo finalizados com a tinta a óleo. “Trabalhei muito tempo somente com o nanquim, mas só fui conseguir obter o resultado que buscava quando o associei à tinta a óleo, que trouxe mais força e densidade à pintura. Considero a obra que venho produzindo ultimamente como a mais elaborada que já realizei, envolvendo várias etapas”, comenta Luiz Mauro.

    Essa obra, que só começou a ser feita no ano de 2012, já era projeto do artista no ano de 1997, quando teve em mãos uma imagem do ateliê de esculturas do artista alemão Georg Baselitz, mas só em 2012 ele iniciou a série com o Ateliê Claude Monet. As fotografias para os primeiros trabalhos foram pesquisadas em livros, revistas de arte e na internet. Ultimamente, o artista começou a produzir obras de ateliês de brasileiros e passou a solicitar as fotografias aos próprios artistas ou, como no caso do artista baiano Rubem Valentim, falecido em 1991, a amigos de Rubem.   

    Uma das principais abordagens do trabalho é a transposição de imagens documentais para o universo da pintura e do desenho. O curador da mostra, Divino Sobral, observa que, na escolha das fotografias, um dos critérios de Luiz Mauro é o alto contraste e as manifestações plásticas da luz entre o preto e o branco: “É justamente a representação da luz que interessa a Luiz Mauro ao realizar a transposição das imagens fotográficas para outro suporte, com outros meios e com uma linguagem sem lugar, que transita entre desenho e pintura.” Sobral diz ainda que, ao utilizar uma imagem de segunda geração fundada na fotografia, o resultado se revela, ao fim, em nada fotográfico. “São visíveis todos os embates com os meios bem como os procedimentos empregados para a constituição das obras. Seu objetivo não é reproduzir literalmente a fotografia e sim utilizá-la como matriz para a construção de uma obra que parte do registro documental para atingir o estado poético repleto de melancolia, e que exibe em si mesma seu modo de fatura cambiante entre desenho e pintura e sua existência autônoma da fotografia”, teoriza.

    Sobral considera ainda que há uma teatralidade nas obras da série Ateliê, característica que, de acordo com ele, “é obtida pela perspectiva dos enquadramentos, pelo ritmo das linhas que definem os espaços, pelas bordas escurecidas dos planos, pela oposição marcada entre a escuridão e a luz que confere certa propriedade barroca às obras – propriedade esta que não se encontra nas matrizes fotográficas.”

    Na seleção das imagens, Luiz Mauro diz que um dos pontos mais importantes é a força do espaço, mas que também procura produzir obras de ateliês de artistas que admira, buscando apresentar um novo olhar, mais íntimo e mais misterioso desses espaços de criação.  

     

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  • expo-luiz0maurocapa

    CCUFG promove visita guiada

    24 Janeiro às 18:00

    stá em cartaz até 26/1, no Centro Cultural UFG, a mostra “Na escuridão do ateliê nasce a luz”, assinada pelo artista Luiz Mauro e com curadoria de Divino Sobral. Ao todo, são 18 obras que retratam os ambientes de criação de artistas como Rubem Valentim, Lygia Clark, Auguste Renoir, Roy Lichtenstein, entre outros. Nesta quarta-feira (24/1), às 20h, Mauro e Sobral farão uma visita guiada ao acervo, buscando dialogar com o público. A entrada é gratuita.

    O artista aborda em sua produção a história da arte, a memória, a subjetividade e os espaços arquitetônicos. Para recriar os lugares dos outros, usa desenhos em papel que recebem camadas de nanquim e são finalizados com tinta a óleo. Como referência, ele busca fotografias de ateliês em acervos ou as solicita aos próprios artistas.

    expo luiz mauro galeria

    Galeria do CCUFG. Foto: Adriana Silva

    Uma das principais abordagens do trabalho de Mauro é a transposição de imagens documentais para o universo da pintura e do desenho. O curador da mostra observa que, na escolha das fotografias, um dos critérios é o alto contraste da luz entre o preto e o branco. “Isso é o que interessa a ele ao realizar a transposição das imagens fotográficas para outro suporte, com outros meios e com uma linguagem que transita entre desenho e pintura”, comenta Sobral.

    Mauro começou a pensar esse trabalho em 1997, mas só o concretizou a partir de 2012, com a recriação do espaço de Claude Monet. Daí em diante criou a série Ateliê, exibida pela primeira vez em 2015, na Casa Europeia da Fotografia (Paris, França).

    visita guiada com mauro e sobral

    Serviço

    Exposição: “Na escuridão do ateliê nasce a luz”

    Artista: Luiz Mauro

    Curador: Divino Sobral

    Data: Até 26/1.

    Local: Galeria do Centro Cultural UFG – Avenida Universitária, n° 1533, Setor Leste Universitário.

    Visitação: de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h.

    Visita guiada com artista e curador: quarta-feira, 24/1, às 20h.

    Entrada Gratuita.

    expo luiz mauro

    Exposição "Na escuridão do ateliê nasce a luz". Foto: Adriana Silva

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    Emac apresenta espetáculo A Noite dos Assassinos

    26 Janeiro a 18 Fevereiro

    O Núcleo Transdisciplinar de pesquisas em Teatro, Dança e Performance da UFG (Máskara) convida toda a comunidade para a estreia do espetáculo "A Noite dos Assassinos", que acontece na sexta-feira (26/1), às 20h, na Sala 8 da Escola de Música e Artes Cênicas da UFG (Câmpus Colemar Natal e Silva). A peça fica em cartaz no local até o dia 4/2 e depois segue para o Centro Cultural UFG, onde será apresentada entre 16 e 18/2. Os ingressos custam entre R$ 10,00 e R$ 20,00.

     

    Sinopse:

     

    "Noite dos Assassinos", texto do dramaturgo cubano José Triana, se constitui no cruzamento entre o teatro improvisacional e o teatro clássico. Um teatro que mostra que tudo muda, tudo se move, tudo se transforma, um canto necessário no país em que hoje vivemos. A história remonta a 1950, em Cuba, antes da Revolução de 1959, quando três irmãos, Cuca, Beba e Lalo, já adultos, se encontram no porão de sua casa para encenar o assassinato de seus próprios pais. Esta encenação representada é uma fantasia, um ensaio, ou uma representação do que já foi feito? Neste sério jogo de faz-de-conta, mortal e simbólico, não há amor entre os pais e as crianças, revive-se apenas o recalcado. Arte ou realidade? Embora haja apenas três atores em cena, eles atuam um enorme repertório de personagens ausentes/presentes, incluindo seus pais. Uma primeira pergunta aparece para a plateia desde o primeiro momento: é uma representação ou um planejamento do que está para acontecer?

     

    noite dos assassinos

     

    Ficha Técnica:

     

    Texto: José Triana
    Tradução e Adaptação: Poliane Vieira Nogueira
    Direção: Robson Corrêa de Camargo
    Elenco: Gabriella Vitorino - BEBA
    Ilmara Damasceno - CUCA
    Ronei Vieira – LALO
    Preparação Corporal: Warla Paiva
    Cenário e Figurino: Guilherme Oliveira
    Iluminação: Allan Lourenço
    Fotografia: Victor Hugo Maia
    Material Gráfico: Hiro Okita
    Captação de Recursos: Arte Brasil Projetos Socioculturais
    Produção: Ronei Vieira

     

    Serviço:

     

    Espetáculo "A Noite dos Assassinos"

    Datas: 26, 27 e 28/01; 01, 02, 03 e 04/02
    Local: Sala 8 - EMAC - Campus I - Atrás do Museu Antropológico - Pça. Universitária
    Datas: 16, 17 e 18/02
    Local: Centro Cultural UFG - Pça. Universitária
    Horário: 20h
    Ingressos: 20 R$ (Inteira) 10 R$ (Meia - Entrada)
    Classificação Indicativa: 14 anos

    Contato: maskaranucleodepesquisa@outlook.com
    https://maskaranucleodepes.wixsite.com/maskara

     

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